terça-feira, 31 de maio de 2011

O fim da estagnação.

Era início de maio, não havia nenhuma novidade, absolutamente a mesma rotina. Quando menos se espera, algo incrível sempre acontece. Sempre. Era praticamente uma passagem de sábado para domingo, em um momento apático do dia, me aparece o inverso, alguém que de alguma maneira soube me tirar de toda essa apatia e estagnação.
Encanto, era aquilo que sentia. Encanto e confusão, como lidar com sentimentos tão diferentes e que, ao mesmo tempo, me tirava um sorriso sincero? Sorriso sincero que era difícil de disfarçar, é difícil disfarçar, não há mais intenção de disfarçar. Conversa, risos, idiotices que, por um longo período de tempo me ajudava a esquecer problemas ou até mesmo me dar força para resolvê-los.
Vi o pequeno garoto pela primeira vez, e já não tinha palavras. Não conseguia fazer nada a não ser tentar disfarçar o meu encanto. A timidez daquele garoto passou para mim, e o encanto só se mostrava mais presente e real. Seu riso, sua conversa, sua inteligência, seu jeito, seu rosto: encanto. E nada mudava, o garoto me estimulava inconscientemente a fazer o que devia.
E assim continuou, o encanto provavelmente virou amor. Seu rosto, seu sorriso e seu jeito continuam a encantar e transparecem em seus atos. Não peço que seja recíproco, não peço que me agrade, só te agradeço.

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